terça-feira, 9 de agosto de 2011

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O Movimento Recriar o CREA SP na TV.

Para aqueles assistiram e querem compartilhar com seus contatos ou para aqueles que não tiveram a oportunidade de ver, segue a entrevista na integra com o coordenador do Movimento Recriar o CREA SP, engenheiro Jomázio Avelar, ao Programa Negócios, Dívidas e Cidadania, apresentado no último final de semana. 


Uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre o Movimento Recriar o CREA SP e os desafios e dificuldades que o setor da engenharia enfrenta.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

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Nova data da entrevista com o Coordenador do Movimento Recriar o CREA SP marcada!


Em virtude de alterações na programação da emissora, a entrevista com o Coordenador do Movimento Recriar o CREA SP, engenheiro Jomázio Avelar, no programa Negócios, Dívidas e Cidadania será apresentada agora em duas novas datas. Confiram:

- Amanhã, sexta-feira, dia 05/08, às 23h30
- Sábado, dia 06/08, às 12h

Canais:
Net canal 9
TVA canal 72 e 99
TVA digital 186

Se for possível, divulguem os novos dias e horários para seus contatos.

Obrigado pela compreensão!

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Palestra sobre os Riscos da Engenharia




SOBRATEMA e a ENGENHARIA COMPARTILHADA em parceria tem a satisfação de convidar os colegas engenheiros, seus colaboradores e associados para a Palestra do Engenheiro REMO CIMINO sobre RISCOS DE ENGENHARIA.

O evento será realizado no Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes, km 1,5

Dia 12 de agosto de 2011, das 14h às 15h45

A inscrição deverá ser feita no site http://seminariosecongressos.com.br/inscricao

Riscos na Engenharia

Palestrante: Eng Remo Cimino

1-           Introdução à visão sistêmica
2-           Visão sistêmica: país, nação & planejamento estratégico
3-           Fundamentos da modelagem e interdependência por processos de trabalho
4-           Interdependência entre empresa e projetos
5-           Ciclo de Vida de um projeto – comprometido e ideal
6-           Riscos no ciclo de intenção, avaliação e consolidação de um projeto
7-           Riscos dos projetos de arquitetura e engenharia
8-           Riscos relacionados ao meio ambiente
9-           Riscos de orçamento na fase de consolidação de um projeto
10-        Riscos econômico de um projeto
11-        Riscos no ciclo de implantação de um projeto
12-        Riscos no ciclo de operação de um projeto
13-        Riscos de fluxo de caixa
14-        Conclusão

 



quarta-feira, 3 de agosto de 2011

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O movimento Recriar o CREA hoje na TV

Vai ao ar hoje à noite a entrevista com o engenheiro Jomázio Avelar, idealizador do movimento Recriar o CREA SP.

O engenheiro falou sobre a importância do movimento Recriar o CREA SP, o atual momento da engenharia brasileira, sua experiência acadêmica e profissional, entre outros assuntos de interesse geral.

A entrevista foi concedida ao programa Negócios, Dividas e Cidadania, apresentado por Orlando Marinho, gestor de novos negócios da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito.

Hoje, 03 de agosto, às 21h30
Net canal 9
TVA canal 72
186 digital

Vale a pena conferir!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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A indústria é também parte dos seus problemas

O desempenho da indústria no primeiro trimestre foi apresentado em dois relatórios: o da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que retrata todo o País, e o da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ambos lamentam que o crescimento da produção foi inferior ao do primeiro trimestre do ano passado, esquecendo que aquele período se seguia a um forte recuo da economia e que, neste ano, o carnaval caiu em março. Na realidade a queixa não procede, a não ser pelo fato de que se previa uma demanda maior do que a que está ocorrendo.

A estagnação da Utilização da Capacidade Instalada precisa ser interpretada com cuidado, pois, de fato, pode decorrer tanto de um recuo da demanda quanto de um excesso de investimentos, em razão das facilidades de crédito e de uma taxa cambial altamente convidativa. Se a demanda no varejo acusa um ligeiro declínio neste início de ano, é por causa do excessivo endividamento do consumidor no final do ano passado, e não em razão de uma queda do poder aquisitivo que os dados sobre o emprego e sobre a folha de pagamentos estão desmentindo.

Os fatores principais do arrefecimento da atividade industrial estão no aumento das importações e na queda das exportações de produtos manufaturados, intimamente vinculados à valorização da moeda nacional em relação ao dólar, que se desvaloriza. Mas a queixa maior da indústria continua sendo sobre a elevada carga tributária. Queixa altamente justificada e que exigiria maior mobilização do setor em favor de uma reforma em que a capacidade de concorrência dos produtos brasileiros entrasse como a maior preocupação.

A “concorrência acirrada de mercado” ocupa o segundo lugar nos problemas enfrentados pela indústria. Na realidade, o concorrente se encontra no exterior e seu nome é a importação. A pergunta que deve ser feita é se a indústria nacional não abusou com muita desenvoltura dessas importações que revelam participação não desprezível de componentes estrangeiros, que permitem baixar os preços dos produtos acabados ou aumentar a margem de lucros da indústria.

Caberia às entidades de classe do setor analisar a possibilidade de unir diversas empresas para produzir em série esses componentes e para realizar pesquisas tecnológicas que igualem os preços do exterior, deduzido o custo do transporte e de tarifas aduaneiras. A falta de trabalhador qualificado é um problema que só a educação pode resolver. A taxa de juros é realmente elevada (exceto para investimentos), mas a indústria tem sua participação na inflação que ela reflete.

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, 29 de Abril de 2011, B2.


Comentário:

Os problemas mostrados no texto acima afetam diretamente as condições profissionais dos engenheiros industriais (tecnologia). Têm sido muito ventilado na imprensa a questão da desindustrialização, causada por juros elevados, carga tributária alta, falta de qualificação dos trabalhadores, todos problemas que os brasileiros tem que resolver para evitar ou impedir que a concorrência das industrias de outros países vençam a competição no mercado interno brasileiro. Alguns problemas podem ser atacados pela ação dos engenheiros, sejam de tecnologia, sejam de infra-estrutura para redução do custo na logística de transporte (nesse caso engenheiros civis, nos outros engenheiros industriais e de ação política para questão dos juros e da carga tributária).

A redução da carga tributária é muito reivindicada através de reforma tributária. Porém, é preciso ficar claro que tal carga só poderá ser reduzida mediante a redução do custo dos governos. Assim a diminuição da carga decorrerá de reformas estruturais que dê mais racionalidade à burocracia e eficiência gerencial. Para tanto, os governos é que tem de ter seu custo diminuído.

Todos são problemas para os brasileiros, no entanto afetam diretamente os engenheiros, que ficam sujeitos à instabilidade do mercado e das políticas econômicas que afetam suas vidas e de suas famílias diretamente. O fortalecimento da indústria brasileira na competição com as estrangeiras contribuirá para amenizar ou eliminar a instabilidade mencionada. 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

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Lançamento de LIVRO

“Um olhar sobre São Paulo” reúne mais de mil pessoas


Público superior a mil pessoas compareceu à noite de lançamento da obra “Um olhar sobre São Paulo”, iniciativa institucional do Secovi-SP em comemoração aos seus 65 anos de fundação, de autoria do jornalista Ricardo Viveiros. A noite de autógrafos, em 7/7, foi prestigiada por autoridades e personalidades, incluindo vários dos que concederam depoimentos para o livro.

“A obra vem para ajudar a construir a memória da cidade”, afirmou o prefeito Gilberto Kassab, na foto entre João Crestana, presidente do Sindicato, e Viveiros. “São depoimentos de pessoas que conhecem o passado de São Paulo e estão ajudando a projetar o fuuro”, adicionou o secretário de Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres, que representou o governador Geraldo Alckmin. Também estiveram presentes, dentro muitos, os secretários municipais do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, de Controle Urbano, Orlando de Almeida Filho, do Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem, e da Habitação, Ricardo Pereira Leite.

Conforme João Crestana, o livro busca estimular amplas discussões sobre a questão urbanística e indicar soluções para o futuro da cidade, “o que depende não de simplista revisão, mas de mudanças profundas ou mesmo de um novo Plano Diretor em 2012”. Mais informações e fotos no portal Secovi-SP. O livro está à venda em livrarias e na Biblioteca do Sindicato.

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, 13 de Julho de 2011, C3.


Comentário:

Na foto ao lado, da esquerda para a direita Eng. João Crestana, presidente do SECOVI, Eng. Jomázio Avelar, presidente da EngeCredSP – Cooperativa de Crédito dos Engenheiros de São Paulo e Coordenador do Movimento Recriar o CREA-SP e Dr. Fernando Lucas, Advogado e diretor do CIESP.

O livro foi organizado com base em depoimentos de pessoas importantes para a história de São Paulo.

Nossa cidade é inserida na Região Metropolitana de São Paulo com os seguintes dados:

8.047km² de área – Menos de 1 milésimo da superfície nacional e pouco mais de 3% do território paulista.


20
milhões de habitantes, aproximadamente. Equivalente à população da Austrália.

39 municípios, 5 sub-regiões, 127 distritos e 541 Unidades de Informações Territorializadas – UITs*.

R$ 572,2 bilhões de PIB – 57% do total estadual e 18,87% do PIB nacional.

*Conceito desenvolvido pela Emplasa, a partir de atributos do Uso e Ocupação do Solo, associados a uma base de dados socioeconômicos e fisicoambientais.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

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Pronunciamento do SINAENCO

MP 527: REMÉDIO OU VENENO?

Regime Diferenciado de Contratações para obras da Copa e Olimpíada traz graves equívocos

João Alberto Viol*

A aprovação, ontem na Câmara Federal, da MP 527/11, que cria o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para acelerar a realização das obras para a Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo de Futebol (2014) e Olimpíada (2016), carrega em seu corpo um grave equívoco: o de que basta mudar os ritos legais de contratação para agilizar as obras necessárias à realização desses megaeventos.

Ao aprovarem a proposta, os deputados federais apenas confirmaram o viés “torto” adotado pelo governo nesta questão e sua aparente cegueira sobre os potenciais prejuízos que essa decisão poderá trazer ao país.

O governo alega que essa modalidade de contratação integrada – a mesma empresa/consórcio será responsável por desenvolver os projetos e obras – será a melhor para o país, citando as contratações da Petrobras e as utilizadas pelo governo britânico como modelo inspirador.

Até aí, o.k. Mas, entre as coisas não ditas pelos que defendem essa modalidade, está o fato de que os britânicos utilizam o modelo de contratação integral de forma totalmente diferente – e não como solução emergencial para corrigir os problemas devido à falta de planejamento.

Londres começou a planejar as obras para os Jogos Olímpicos de 2012 sete anos antes, em 2005, quando criou a Olimpic Delivery Authority (ODA), responsável pela gestão e coordenação de todas as obras relacionadas à Olimpíada. As autoridades da capital britânica dedicaram dois anos para desenvolver, em detalhes, os estudos e projetos para os diversos itens necessários: parque olímpico, obras de transporte, de sustentabilidade ambiental, econômica e social, entre outras.

A construção, contratada com base nesses projetos completos, está sendo executada também rigorosamente dentro do cronograma e do valor global estipulado na contratação, com a qualidade definida nos projetos. Algo totalmente diverso do que está sendo proposto pelo RDC e, infelizmente, muito diferente do que tem sido a prática dos governos, nos seus três níveis, envolvidos com obras para 2014 e 2016.

Diferentemente dos britânicos, a proposta aprovada ontem pela Câmara prevê a possibilidade de alterações nos valores globais contratados para os casos fortuitos, que provoquem desequilíbrio econômico-financeiro do contrato. E, principalmente, em seu artigo 39, abre as portas para elevações de custos diversos para atender “às modificações supervenientes decorrentes de normas ou exigências apresentadas pelas entidades internacionais de administração do desporto (Fifa e Comitê Olímpico Internacional, COI) nos projetos básicos e executivos das obras e serviços referentes aos Jogos Olímpicos à Copa do Mundo Fifa 2014, desde que homologadas, respectivamente, pelo COI ou pela Fifa".

Alguns alegarão que a atual legislação brasileira de contratação de serviços e obras públicas, a Lei 8.666/93, está defasada e não permite a agilidade necessária ao desenvolvimento da infraestrutura do país. A Lei 8.666 certamente pode e deve ser aperfeiçoada. Mas atribuir apenas à legislação a ineficiência na execução das obras públicas é o mesmo que exigir que os carros movam os bois. O problema central é a falta de planejamento, que permite pensar antes, para fazer o necessário com o melhor projeto completo e detalhado. A contratação dos projetos executivos (completos) de arquitetura e engenharia pela melhor solução técnico-econômica são os insumos fundamentais para a boa construção, com custo e prazos adequados.

O principal problema da contratação integrada é que ela será definida com base em um anteprojeto, etapa anterior ao projeto básico e que já não é o melhor parâmetro para a contratação pública de obras. Essa opção joga no lixo o conhecimento acumulado pela arquitetura e engenharia brasileira.

Disso podem resultar possíveis vícios (escolha de sistemas construtivos e especificação de materiais pelo menor preço e nem sempre os mais adequados, ensaios preliminares em menor quantidade e abrangência do que o ideal, por exemplo), para garantir maior lucro no contrato. E não agilizará o processo porque, para apresentar proposta, a construtora/consórcio precisará realizar estudos e ensaios (topográficos, geotécnicos etc.) e desenvolver projeto básico e executivo para ter definição técnica e, principalmente, econômica da obra. Esse processo tem elevado grau de complexidade e não há como ser desenvolvido em curtíssimo prazo, sob pena de resultar em empreendimentos sem a qualidade e a durabilidade necessárias.

Esse erro conceitual grave permeia o equívoco da proposta do governo e poderá trazer, caso aprovado o RDC, mais problemas do que soluções. Na medicina, o diagnóstico deve ser embasado em exames completos e rigorosos, sob risco de prescrição de procedimentos e remédios inadequados. Da mesma forma, em obras públicas também é essencial o projeto completo, orientado por ensaios diversos e diagnósticos bem-executados. O RDC, se aprovado como está, poderá representar uma fonte de problemas, em vez de ser um remédio eficaz para a administração pública ter obras executadas mais rapidamente, com qualidade e a preços adequados.

*João Alberto Viol é presidente do Sindicato da Arquitetura e Engenharia (Sinaenco)

Fonte: http://www.sinaenco.com.br/noticias_detalhe.asp?id=956 - 29 de Junho de 2011.


Preocupação com o Regime Diferenciado de Contratação

Ainda na abertura da audiência, o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, registrou sua preocupação com a aprovação pelo Congresso Nacional da Medida Provisória 527/2011 que inclui em seu texto o estabelecimento do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que permite flexibilização nas licitações para as obras da Copa. Um dos pontos inseridos na RDC é a contratação integrada, que significa a contratação da execução do empreendimento em conjunto com o projeto executivo e básico com a apresentação pelas empresas concorrentes apenas de anteprojeto de engenharia e arquitetura. "Do ponto de vista técnico, essa é uma preocupação muito importante. Esse regime de contratação integrada pode levar a um resultado indesejado, além de abrir brechas para corrupção. Como julgar um processo licitatório e decidir o projeto mais adequado se não é exigido no mínimo um projeto básico?", pontuou.

Túlio de Melo citou ainda sua preocupação com o sigilo que o RDC estabelece, a fim de evitar a formação de cartéis. "Mesmo que haja uma estimativa de custo, não se explicitar no momento da contratação o valor para aquele empreendimento e manter esse número em sigilo é muito preocupante".

Fonte: http://confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=13217&sid=10&pai=8 (Beatriz Leal – Assessoria de Comunicação do Confea) – 21 de Junho de 2011.


Ordem na Casa

O Confea (Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura) está elaborando emendas para a medida provisória aprovada pela Câmara que muda as regras das obras da Copa. Seu presidente, Marcos Túlio de Melo, entregará aos senadores propostas que alteram três pontos da MP: a contratação simultânea da empresa que elabora o projeto e de outra que o executa, o pregão eletrônico e o que prevê sigilo sobre orçamento.

Fonte: Folha de S. Paulo, E2 (Coluna da Mônica Bergamo)– 18 de Junho de 2011.


Comentário: O Confea se pronunciou. E o CREA-SP?